Por sorte no trem de viajem consegui encontrei uma cabine vazia.
Não que me importa-se de ter companhia, mas estava de ressaca da noite passada e os humanos costumam ser bem barulhentos.
Peguei meu caderno na mochila e comecei a desenhar roupas style kei – normalmente eu mesmo foco minha roupas.
Depois de algum tempo – provavelmente na segunda parada do trem – uma garota batel na porta da cabine perguntando:
_Desculpe, será que posso ficar aqui?—achei estranho ela estava toda coberta, cobria o rosto com um cachecol e uma grande chapéu e um sobretudo de tons claros, parecia que estava fugindo.
_Claro!—respondi sorrindo, me ajeitei na e guardei meu caderno. Normalmente teria recusado a companhia, mas estava curioso quem era essa garota?
Fiquei olhando pela janela, a medida que o tempo passava ela parecia mais à vontade e mais impaciente, com isso comecei a interrogá-la :
_Para onde você vai?
Ela ficou surpresa com a pergunta, acho que não esperava que falasse com ela.
_Estou indo para Hatanotoyotsu.— ela me respondeu.
_Interessante, estou indo para lá também.—vi ela tirar o chapéu e o cachecol, fiquei surpreso pela sua beleza, e retomei as perguntas.—Mas por que vai pra lá?
_Ah... eu vou pra casa de uma amiga. Mas e você?—ela me perguntou curiosa:
_Estou voltando pra casa.— ela me olhou seria e meio desconfiada , bom apesar de não ser esse o motivo de eu estar indo pra lá Hatanotoyotsu era mesmo minha cidade natal.—essa amiga deve ser muito importante pra você?!
_Sim, ela é.
_Então vai ficar na casa dela?
Ah...— ela olhou para o chão.— na verdade ela não sabe que estou indo vê-la.
_Então vai ser uma bela surpresa para ela.— descobri então ela estava fugindo de casa...
Quando de repente o trem parou dando uma freada muito forte arremessando a garota em meus braços enquanto o radio dizia:
“Não se preocupem senhores passageiros, esta nevando forte e por segurança de todos o trem vai parar por algum tempo.
Ela olhou para mim toda encabulada:
_Me... me des... descu...— a interrompi beijando-a.
Senti seu rosto ferver, ela retribuiu o beijo enquanto a sentei-a do meu lado, coloquei a mão em seu roto em quanto ainda a beijava e fui descendo a mão por ela.
Fiquei surpreso por ela me empurrar, pegar suas coisas e sair correndo.
“Não entendo os humanos, quando parecem que estão caindo recuam recusando a tentação.
Sorri.
Droga! Só por que queria me divertir um pouco essa noite...
